Projetos

EXPLICANDO O PROJETO: Cia. Vivá de Dança Étnica Contemporânea

 A Cia. Vivá de Dança Étnica Contemporânea apresenta um trabalho de pesquisa em Dança prioritariamente pautado na Dança Étnica.É um trabalho pioneiro entre as Cias. Independentes de Dança Contemporânea, pelo nosso trabalho não ser principalmente focado ..em Dança Clássica.., Moderna ou a Contemporânea Ocidental. O trabalho proposto é uma fusão de várias danças, de quase todos os cantos do mundo, mas tendo o principal foco na brasilidade, tanto musical, como corporalmente.

 O processo de criação e técnica divide-se em 3 principais blocos: o Bloco Oriental, o Bloco Ocidental/Europeu e o Bloco Afro Brasileiro. Como cada integrante da Cia. Tem um histórico em cada dança, a formação da Dança Étnica Contemporânea que trabalhamos se consiste, em um primeiro momento, nas trocas de experiências entre as próprias integrantes.
 

No Bloco Oriental, serão trabalhadas as seguintes danças: Dança Oriental, ou popularmente conhecida como Dança do Ventre, Dança Cigana, Danças Clássicas Indianas como Odissi e Barathanatyan, além da Dança Indiana Moderna, ou popularmente conhecida como Bollywood.

 

No Bloco Ocidental/Europeu, as Danças que serão trabalhadas serão a Dança Moderna, Dança Contemporânea (métodos de contato-improvisação, método Laban), jazz dance, street dance.

 

No bloco Afro Brasileiro, os três principais pilares da Dança Africana no Brasil (Tribal, dos Orixás e Contemporâneo) e a Dança Afro Cubana serão trabalhados dentro da Cia, além da aplicabilidade à Dança Afro Brasileira, que é mais difundida nos blocos e afoxés de Salvador. E também neste bloco serão trabalhadas as principais Danças Brasileiras, como o maracatu, coco alagoano, coco de zambê, ciranda, cavalo-marinho, caboclinhos, marujada, jongo, e danças indígenas.

 

Além das trocas de experiências, que compõe o primeiro pilar do processo de criação, terá a composição das coreografias, baseadas em todas as fontes citadas, porém criando uma nova dança, bebendo e experimentando destas várias fontes. As coreografias serão criadas pela direção, e executadas pelo corpo de baile que pode ser formado por até 10 membros, selecionados via convite (os quais constam os currículos abaixo) e o restando via audição, que será realizada posteriormente a aprovação do projeto.

 

A Cia. Vivá  também conta com parcerias nas regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, para a utilização das músicas e criação das trilhas sonoras para o espetáculo que será formado após os 8 (oito) meses de preparação. Os principais parceiros musicais da Cia. Vivá  são: Ticuqueiros, Pandeiro do Mestre, Chão e Chinelo (Recife – PE), Izé Mangolô (São Paulo – SP), e contamos para todos os nossos trabalhos o percussionista Araka (Bloco de Pedra / Nega Duda).

 

A Cia. Terá encontros semanais, , e sempre com aplicabilidade na fusão de danças, mesmo durante o período de aprendizado ou troca de experiências. Será o mesmo procedimento, no sentido de duração e quantidade de encontros durante todo o processo de aprendizagem, ensaios e preparação para o espetáculo.

EXPLICANDO O PROJETO: Mafuá

Que mafuá é esse???

 A festa ‘Mafuá’ é, seguramente, uma festa que faltava no meio de eventos paulistanos. É uma festa que se trabalha, prioritariamente a cultura popular brasileira. Mas, quando nos referimos a cultura popular, não dizemos a cultura de massa, como os ritmos predominantes da atualidade como ‘funk’, ou ‘axé’ , e sim a cultura popular tão rica e não mais trabalhada nos moldes de eventos: maracatu nação, coco, samba de roda, afoxé são algumas demonstrações dos tipos de ritmos, música, dança e elementos que a festa ‘Mafuá’ possui.
 Na nossa cidade de São Paulo, engana-se quem acha que esses tipos de ritmos são pouco difundidos ou não tem alcance ou sucesso do público: a resposta está em vários grupos de afoxé ou em vários blocos de maracatu nação, espalhados pela cidade, especialmente no bairro da vila madalena, que em oficinas, ensaios possuem um grande e fiel público.
 Até há 5 anos atrás, a cidade possuía dois eventos relacionados a este tipo de cultura que infelizmente chegaram ao fim, deixando este público ‘carente’ de um evento desses moldes.
O que a festa vem propor, além de considerar importantíssimo para o público jovem esse resgate da cultura popular, com sua música, dança, comida e costumes, para que a nossa verdadeira cultura não se perca, e se propague cada vez mais, é também ligar essa cultura tão tradicional a contemporaneidade do soul, do funk e da MPB, fazendo fusões musicais importantes nesse sentido durante o evento.
 Como que desenrola esse mafuá??
 A festa ‘Mafuá’ acontece da seguinte forma: tocará uma banda residente do evento,  que tem como proposta justamente a mistura musical que o ‘Mafuá’ propõe. Mas, além da banda, têm o microfone aberto a músicos convidados, percussionistas, poetas e outros artistas que possam vir a complementar a festa.
 

Dependendo do espaço do local, pode haver um mini-desfile de maracatu (sempre em formato reduzido) pelo espaço e pelos arredores, fazendo como os cortejos de rua, tão populares em cidades como recife e Olinda.

 

Também terá uma equipe fixa de bailarinos, mas o espaço é aberto para que outros possam dançar como convidados, em esquema de escala.

 

EXPLICANDO O PROJETO: SINAPSE (Improvised Words)

 O SINAPSE –  IMPROVISED WORDS é um projeto da produtora Massala Diversidade Cultural, e é organizado  por Ana Fonseca . O Sarau consiste em  um encontro mensal entre artistas de todas as linguagens que o Rap pode abranger: MC’s (mestres de cerimônia, ou rappers), escritores, poetas, músicos, bailarinos. Como o próprio nome diz, a poesia  estará presente neste encontro. Serão rabalhadas todas as variáveis péticas do movimento hip-hop, como o spoken Word, o Freestyle, mas diferentemente de outros eventos que já acontecem no meio hip-hop, o Sinapse não tem o caráter competitivo, que é o comum nas famosas ‘batalhas’. Esse Sarau destina-se a mostra das habilidades poéticas de cada um, mostrando os já consagrados nomes do segmento e dando espaço também a uma juventude que, através dessa nova forma de expressão lêem mais, estudam, se informam, escrevem e podem apresentar as suas criações no evento, que diretamente abrirá espaço para todas essas vertentes do Hip-Hop.Apesar de ter o foco maior na poesia e literatura, o Sarau também abre espaço para a apresentação de curtas, documentários e dança comandando uma verdadeira gama de vários tipos de artes, que podem representá-lo, cada uma em sua característica.

            Visamos proporcionar ao público uma visão mais refinada e detalhada do que pode ser o rap, de como outros elementos culturais, a princípio tão longes, podem se encontrar e enriquecer em termos culturais, não se esquecendo do objetivo principal que é mostrar que o Hip Hop é muito mais que música: é poesia declamada, é literatura, é docunmentário, é curta. A iferença é que o Sinpase não será um show de rap: não acontecerão apresentações de grupos ou artistas. O foco realmente são as variações literárias que se podem realizar em torno deste universo, juntando em nosso casting nomes consagrados da literatura e poesia do segmento atual. E também mostrar ao público um outro tipo de divertimento e uma visão mais cultural do que um simples show de rap.
 

28 out 2010

EXPLICANDO O PROJETO: Prato do Dia:Pretume

 O encontro da encenação com a literatura produziu sempre espetáculos no campo da arte cênica, cinematográfica, radiofônica e interativa.

 Prato do Dia: Pretume vem, nessa perspectiva, dar relevo a personagens da vida cotidiana, por meio da interpretação de contos, relacionando-os em uma teia rítmica de voz e movimento.

 

 As referidas narrativas foram publicadas nos livros Quizila (1987) e Negros em Contos (1996), bem como nos Cadernos Negros 10 (1987) e 30 (2007).

 

 Durante o espetáculo, os ritmos afro-brasileiros passeiam em meio à literatura de Cuti, como o samba e o jongo do mesmo autor, e também o Hip Hop, de Raphão Alaafin, o mc-ator participante deste projeto.

 

 Os contos apresentados nesta obra são: “Ah, esses jovens brancos de terno e gravata”; “Conluio das perdas”; “Incidente na raiz”; “Ponto riscado no espelho”; “Sob a alvura das pálpebras”; “Visita”; “Dívida em vida”. O espetáculo é maleável desde sua forma até o seu local de apresentação: pode tanto ser realizado à capellaquanto com uma banda de apoio (no caso Banda Conde Favela), tanto pode ser realizado em teatros ou palcos adaptados quanto na própria rua.

 

 Com o advento de maior integração étnico-racial brasileira, por meio de debates na mídia, inúmeros eventos e efemérides, bem como pela produção universitária de um conhecimento a respeito e a disseminação do mesmo, nas escolas e pelos meios de informação, as artes em geral cumprem o seu papel de aprofundar as várias facetas das questões humanas envolvidas nesse processo. A literatura, pelo seu caráter altamente reflexivo, vem atuando no mesmo sentido, sendo o gênero conto muito apropriado à interpretação, pela sua referência histórica à narrativa oral e ao testemunho, sobretudo quando, neste caso, se trata de narrador em primeira pessoa. Ao propor a interação desta literatura com a música, em forma teatralizada, e ao mesmo tempo musicada pelo samba, jongo e Hip Hop, a absorção das informações e mensagens contidas na literatura se torna muito mais rápida e eficaz, pois o projeto torna-se envolvente por completo, e os contos de Cuti, com a interpretação e a música tomam dimensões diferenciadas, agradando e informando o público.

 

O espetáculo consiste na criação de uma sonorização ou melodia ou ‘beat’ específico para cada conto, e este será narrado e interpretado pelos mc’s e pelo escritor Cuti. A cada conto o personagem tem um figurino e uma interpretação diferenciada, sendo que alguns contos podem ter a participação de um só personagem ou dois ou mesmo os três protagonistas. A banda, ou o DJ e percussionista ambientam musicalmente o clima para a narração/interpretação dos contos, como explicado acima (para cada conto, uma sonorização diferente).

 

 O espectador irá imergir em uma obra de diversão, mas ao mesmo tempo de informação e reflexão. Pela interpretação dos mc’s, se identificará de imediato por aquelas histórias que a primeira vista tem um conteúdo literário rico, mas ao mesmo tempo contam passagens comuns na vida de vários brasileiros. Passagens que o próprio espectador já sentiu na pele, ou conhece quem tenha passado. Temas como auto-estima, preconceito, com certeza fazem ou fizeram parte da vida do público. A banda, ou DJ e percussionista tem a função de transferir o espectador para o ambiente do conto, favorecendo o envolvimento e a interatividade da platéia com os artistas e tornando-os parte do processo de conscientização pela arte.

 

 Este espetáculo pode ser visto de forma integral, ou então de forma segmentada, com entradas nos intervalos de shows ou divididos ..em blocos. O.. espetáculo demora aproximadamente uma hora e dez minutos, sendo eu cada conto dura aproximadamente de ..7 a.. 10 minutos.
 
28 out 2010

EXPLICANDO O PROJETO: Rimas de Zumbi

 O projeto criado pela bailarina e produtora cultural Ana Fonseca tem como objetivo unir e interagir as culturas hip hop e afro-brasileira.

             A idéia do projeto é realizar um espetáculo que engloba várias linguagens artísticas: o teatro, a dança, a música em torno de um ícone histórico e importantíssimo para o negro e a história brasileira em geral: Zumbi dos Palmares.
            O foco principal do projeto é a figura do MC de hip hop, mas em funções bem mais amplas que a sua própria: neste espetáculo o MC será o narrador, o protagonista e o antagonista, ou seja, conduzirá todo o enredo como em uma poesia de cordel, mas nesse caso, o texto narrativo será todo em rimas.
             A melodia ficará por conta da percussão afro-brasileira e todos os instrumentos que a compõe: atabaque, ilú,alfaia, berimbau, ganzá, dão o tom africano à historia brasileira conduzida pelo hip hop.
            A necessidade de se fazer um projeto como esse é a falta de conhecimento do jovem brasileiro da história de seus líderes, especialmente o publico hip hop, que em sua maioria é afro descendente e conhecem Zumbi como ícone de liderança do povo negro, mas não conhecem a fundo a sua vida e o que o tornou tão importante para todos os brasileiros.
             O espetáculo será narrativo: somente conduzido pelas rimas (o texto em forma rimada) com um protagonista (Zumbi), um antagonista (Domingos Jorge Velho), mais um corpo de baile que representará os quilombolas e os bandeirantes. Uma mistura de musical, show de hip hop, teatro e dança. Essa é a idéia de Rimas de Zumbi.
 

2 nov 2009

Rimas de Zumbi: a prévia do musical – dia 20/11/ 2009 –  as 15:00 – na Casa das Rosas

 O projeto criado pela bailarina e produtora cultural e pelo Massala Diversidade Cultural tem como objetivo unir e interagir as culturas hip hop e afro-brasileira.
A idéia do projeto é realizar um espetáculo que engloba várias linguagens artísticas: o teatro, a dança, a música em torno de um ícone histórico e importantíssimo para o negro e a história brasileira em geral: Zumbi dos Palmares.
O foco principal do projeto é a figura do MC de hip hop, mas em funções bem mais amplas que a sua própria: neste espetáculo o MC será o narrador, o protagonista e o antagonista, ou seja, conduzirá todo o enredo como em uma poesia de cordel, mas nesse caso, o texto narrativo será todo em rimas.
A melodia ficará por conta da percussão afro-brasileira e todos os instrumentos que a compõe: atabaque, ilú,alfaia, berimbau, ganzá, dão o tom africano à historia brasileira conduzida pelo hip hop.
dia 20, na Casa das Rosas, acontece uma ‘amostra grátis do musical’, onde Zumbi dos Palmares será representado pelo Mc Cassiano Sena (a.k.a. DJ Dan Dan) – www.myspace.com/cassianosena, a música afro-brasileira pelo grupo Camiranga (www.myspace.com/camiranga), o graffite por Smul, e a dança pelos bailarinos Ana Fonseca e Diogo Castro.
A amostra desse espetáculo musical acontecerá dia 20/11 – no Dia da Consciência Negra – as 15:00, na Casa das Rosas – Av. Paulista, 37 – Bela Vista – em frente ao Shopping Paulista e o Hospital Santa Catarina – ENTRADA FRANCA!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

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One Response “Projetos” →

  1. jakcilaine mendonça

    Abril 3, 2012

    eu queria apresentar no sarau literario da escola , eu dnço axé, mas a diretora me disse que nao tem nada a ver literatura com axe´, o que eu faço?

    Responder

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